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Como Fazer Um Diário Pessoal Pela Internet


E tudo começa com a conhecida frase: “Você imediatamente se sentiu calçando os sapatos de outra pessoa? ”. Essa é apenas uma analogia usada para contextualizar o exercício da Empatia, que vai muito além do método de se pôr no espaço do outro. http://dietassite22.iktogo.com/post/como-ganhar-dinheiro-com-web-site--melhore-teu-relacionamento-com-tua-audincia , mesmo entre pessoas que não se conheciam.


Houve um enorme espelhamento entre as histórias pessoais da nossa turma e as http://mundocomjogo2.jigsy.com/entries/general/Com-empurr%C3%A3ozinho-De-ExBBB-Tia-Do-Ingl%C3%AAs-Conquista-A-Internet . Rimos e choramos juntos. No término do dia, eu estava decidida a publicar uma matéria sobre o tema. Havia percebido o tamanho da necessidade de promovermos a empatia como um valor que tem que ser experimentado e ressignificado diante de tempos de tanta desconexão.



Comecei entrevistando Joana Tuttoilmondo, nossa anfitriã no dia da experiência. No decorrer da atividade no Museu, senti uma conexão vasto com a história que escutei e percebi não ser a única a perceber essa sintonia. Vários dos que estiverem em nosso grupo bem como se conectaram intimamente. Pedi logo que a Joana compartilhasse várias reações do público diante das histórias ao longo dos dias do evento.


“Houve uma criancinha, tais como, que finalizou a história sensibilizada ao ter ouvido o depoimento de alguém que migrou da Bahia para para São Paulo. Ela dialogou para a mãe dela, assombrada: “mãe, ela ilustrou que quando era criancinha tinha que percorrer quatro horas criada num jegue até adquirir água para ingerir!


E seguiu: “O que chamou-me atenção foi a força de ouvir histórias http://supertreino23.jigsy.com/entries/general/Como-Criar-Um-Blog-Pessoal-Gratuitamente , o que é bem diferente do bate papo esvaziada de significado e conexão que permeia nosso dia a dia. A experiência nos ilustrou bem como que desejamos situações em que nos sintamos tocados. Postando em histórias… Era uma vez a história de mais uma das Marias nesse Brasil. Teu nome: Maria do Sol. Quando era um rapaz com somente 45 dias de vida experienciou um caso que mudaria pra a toda a hora sua trajetória.


Uma vela acesa no quarto caiu acidentalmente no berço em https://donlon.kroogi.com/en/content/3639661-Melhores-Dicas-Com-o-objetivo-de-Aumentar-Teu-Ranking-No-Alexa-2018.html , e o cobertor sintético que a cobria incendiou neste instante. Maria do Sol teve lesões gravíssimas nos dois pés, que uma vez carbonizados, tiveram que ser amputados. Essa foi a maneira encontrada por uma ótima equipe médica para salvar sua existência.


O tempo passou e mesmo com todas os problemas e adaptações necessárias, Maria sobreviveu. Proponho que durante um minuto você faça um exercício de empatia procurando se colocar no local dela. Tente notar como reagiria? Como seria tua vida diante dos defeitos geradas? Trabalhoso até de idealizar, né? Você deve estar pensando que essa é uma das histórias de existência trazidas pelo Museu da Empatia… até poderia ser, no entanto Sol é uma figura especial que a existência fez cruzar nossos caminhos. E ao contrário do previsto, a experiência, inicialmente traumática, conferiu a Sol, uma personalidade radiante, como teu próprio nome traduz. Toda angústia e contrariedade foram transformadas em fortaleza, numa inteligência inesgotável de viver a vida e irradiar energia por onde passa.


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Hoje com quarenta e um anos, Maria do Sol é Master Coach de Profunda Performance e autora, casada, tem 5 filhas e faz inúmeros projetos sociais ligados ao desenvolvimento humano como agente de transformação. “Quando o imprevisto aconteceu tive uma modificação do meu destino, entretanto isso não tirou um pedaço da minha alma ou da minha mente, foi apenas um pedaço do meu físico. Conversei com ela a respeito da matéria de empatia que estava escrevendo e pedi seu olhar, em tal grau pessoal como de coach.


Ela começou pelo lado pessoal explicando: “A chave dos nossos relacionamentos está na comunicação, e a empatia é a comunicação do coração. Ela é a capacidade de se distinguir com outra pessoa, de transitar pro espaço do outro para perceber o que ele sente. Quando o outro entende que você se importa, dessa maneira é acessível você ser ouvido.


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